terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Dizer que o objetivo de vida do homem é ser feliz é uma obviedade? O homem é ser considerado consciente de que existe e tem vontades (“demandas da liberdade possível”?) e as tenta realizar em sua vivência. Ora, se tenho uma decepção amorosa e tento me suicidar, de nada me “abstenho”, pelo contrário, crio (ou, mais cuidadoso em termos de minha filosofia, “sou levado a criar”) uma demanda e a tento suprir. As necessidades mudam, mas sempre existem. Estou quase seguro de que um sentimento em comum precede as ações humanas, mas não sei se trazem sempre um “sentimento-resposta” – como a satisfação (que é uma felicidade).
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário